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Manifesto pela liberdade de demonstrar o que sente

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Você recebe aquela mensagem que esperava ansiosamente daquela pessoa,
mas não podes responder no mesmo instante,
se não o outro vai pensar que estás necessitado de um amor.
Se te chama pra sair, não pode aceitar subitamente, se não vai parecer que está muito disponível.
No primeiro encontro também não pode ter sexo. Essa regra vale mais para as mulheres. Ou vai querer parecer que é dessas, uma guria fácil?
Ah! E não vale ligar, mandar mensagem ou procurar o outro no dia seguinte da primeira vez juntos. Se não vai parecer que tá pegando no pé.
Gostou daquele beijo? A saudade apertou? Quer aquele chamego? Pois não demonstre tal façanha e tão pouco seja o primeiro a fazer isso! Ou vai parecer que estás desesperadamente carente...

Não pode isso e nem aquilo.

Todavia não só pode como tem que se fazer de difícil e fazer jogos de sedução baratos.
Tudo bobagem!
Afinal de contas, quem estipulou essas regras estúpidas?
Quem tentou moldar os sentimentos?
E por que continuamos com isso?
O amor é livre.
E livre deve ser.
A paixão é um desejo descabido e ousado.
Sem formas, regras ou joguinhos bestas.
Se gostas, por que não demonstrar?
Se queres, por que não procurar?
Se quer conversar, dar um “oi tudo bem?”, chamar pra sair... por que não?
Se sente saudades, que mal há no outro saber?
Vai lá e conta.
Chama, liga, deixa mensagem...
Não é ser trouxa. É ser humano.
É ser corajoso para assumir o que sente.
É se entregar àquilo que acredita.

Não meça quanto de carinho doar.
Isto tem de ser ilimitado. Grandioso. Verdadeiro.
Espontâneo.
Poupe o tempo gasto em métodos de sedução!
Se for jogar algo, que seja você.
Se jogue nessa.
Viva isso.

Vai!
E vai com tudo!

Se permita experimentar esse sentimento.
E daí se não der certo? Saberás só se arriscar-se.
Se doar-se.
Fazer o que seu coração almeja...
Não deixe o medo te embalar. Pior que sentir medo é sentir arrependimento.
“Devia ter me arriscado mais. Devia ter feito isso ou aquilo...”

Esse manifesto é para quebrar esses preceitos bobos.

É a favor do amor.

Da paixão.

De ser livre para sentir e demonstrar isso.

Sem restrições.

A favor dos românticos, dos frios, dos autênticos e até mesmo dos atrapalhados!
É a favor da liberdade.
Da liberdade de ser e demonstrar tudo isso com a nossa essência.

De não enquadrar nossos sentimentos.
De sentir
e ser sentido
à nossa maneira
singular.

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